Sorocaba e Região

Capão Bonito investe em educação, saúde e geração de empregos

A criação de um novo Distrito Industrial faz parte do planejamento para atrair empresas para a cidade
Marco Antonio Citadini: cidade zera fila de mamografia. Crédito da foto: Emídio Marques

Avanços para as áreas de saúde, educação e na geração de empregos e renda. Essas são as principais metas de governo do prefeito de Capão Bonito, Marco Antonio Citadini. Em visita ao jornal Cruzeiro do Sul, na tarde de segunda-feira (30), Citadini destacou alguns dos avanços de seu primeiro mandato, após duas gestões ocupando a cadeira de vice-prefeito. “É um governo de continuidade”, destacou.

Para a educação, Citadini e sua equipe devem implantar o ensino em tempo integral nas escolas da rede municipal. Segundo o prefeito, a meta é que o projeto comece pelas escolas das regiões periféricas da cidade, já em 2019, para depois avançar até atingir as 23 unidades da rede e seus cerca de 11 mil alunos. “A ideia é manter a criança na escola e ampliar o conteúdo para ensino de línguas, como espanhol e inglês, teatro, música e esportes, com merenda escolar de qualidade. Fazendo boa gestão é possível.” O município também ganhou um polo da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), com turmas dos cursos de pedagogia, matemática e engenharia da computação.

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Na saúde, Citadini destaca que o município conseguiu zerar uma fila de espera de 1,5 mil pacientes para o exame de mamografia. “Em outubro do ano passado colocamos para funcionar o mamógrafo da Prefeitura, que estava há quatro anos parado. Contratei uma empresa, por processo licitatório, que cede o funcionários e já nos dá o laudo. Nós zeramos a fila em cerca de cinco meses e agora estamos oferecendo o serviço para municípios vizinhos”, explica.

 

Distrito industrial

 

A criação de um novo Distrito Industrial, numa área de 100 mil metros quadrados às margens da rodovia SP-127, faz parte do planejamento para atrair empresas para a cidade. Citadini, entretanto, reforça que os trabalhos do Executivo focam nas indústrias que trabalham com matéria-prima existente na cidade, principalmente madeira, minerais e grãos, como soja e milho. Quinze empresas já foram aceitas num plano de incentivos — que prevê cessão do terreno, cinco anos de isenção de impostos, além de taxas de construção –, depois de terem sido escolhidas por uma comissão apartidária, que faz a recomendação do Executivo. “Não pode inchar, mas temos que crescer na mesma média do Estado, para ter um mercado interno forte.”

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