Educare Sorocaba e Região

Alunos formados pelo Politécnico levam aprendizado para a vida toda

Muitos dos ex-estudantes da instituição são, hoje, profissionais de destaque
Carlos Eduardo Guarigla se graduou em Física. Crédito da foto: Fábio Rogério (28/07/2020)

Nos últimos anos, o Colégio Politécnico se consolidou como uma referência na educação de Sorocaba. Muitos dos ex-alunos são hoje profissionais de destaque, que recordam com afeto e orgulho do Poli, como o colégio é chamado carinhosamente pelos estudantes.

O professor de física e matemática Carlos Eduardo Guarigla, de 31 anos, guarda boas memórias do tempo em que estudava no Politécnico. Graduado em Física pela USP, foi no colégio que ele descobriu sua vocação para ser professor. “Sempre gostei de explicar as atividades para os meus colegas. O Politécnico foi uma alavanca para conquistar meus objetivos. É um lugar pelo qual tenho gratidão”.

Frank Vilela Morais formou-se advogado. Crédito da foto: Vinícius Fonseca (27/07/2020)

Assim como Carlos, o coordenador de Unidade Básica de Saúde, Rogério Simão, de 39 anos, descobriu sua paixão pela enfermagem no Politécnico. “O colégio foi a base para minha profissão. Depois do curso técnico, passei em um concurso público, fiz faculdade de enfermagem e sigo trabalhando na área”. Além de contribuir para a vida profissional, o colégio ensina valores para a vida. É o que conta o advogado e ex-aluno do Politécnico, Frank Vilela Morais, de 30 anos. “Hoje entendo o quanto é necessário ter disciplina. A gente precisa disso”.

Rogério Simão descobriu vocação em enfermagem. Crédito da foto: Fábio Rogério (28/07/2020)
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Escolhas

Depois de estudar no Politécnico, a técnica em enfermagem Karen Cristina Rocha Meneghin, de 34 anos, não teve dúvidas em escolher o colégio como a escola de sua filha Manuela Meneghin Germano, de 8 anos. “O Politécnico não é só uma escola, é uma família. Todos te ajudam. Me sinto segura. Só tenho a agradecer”, ressalta emocionada.

Karen Meneghin e Manuela: de mãe para filha. Crédito da foto: Fábio Rogério (28/07/2020)

Há cinco anos, o empresário Claudio Nastri, de 54 anos, matriculou seus filhos Luiza Ferreira Nastri, de 17 anos, e Murilo Ferreira Nastri, de 15 anos, no Politécnico depois de perceber a pluralidade existente no colégio. “É uma escola com ensino de alto nível, onde os alunos podem se expressar. Está sendo fantástico. Meus filhos estão tendo ótimos resultados”, frisa. Os irmãos Luiza e Murilo contam que sentem-se acolhidos na escola. “Eu tenho um carinho muito grande por todos. Sou muito grata ao Poli”, reforça Luiza. “Sento que pertenço ao lugar”, afirma Murilo.

Os três filhos da consultora de empregos no Japão, Júlia Akemi Aoyama, de 47 anos, também estudam no Politécnico. Ela conta que não tem o que reclamar do colégio. “Tudo que meus filhos são hoje é graças ao Politécnico”, resume. Um dos filhos de Júlia, Lucas Aoyama Fortunato de Oliveira, de 15 anos, diz que o colégio o ajudou a sair de sua “bolha”. “Hoje não tenho mais problemas com timidez. O colégio só me trouxe coisas boas. Evoluí como pessoa e aluno”. (Jéssica Nascimento)

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