Do leitor

Lei da Acessibilidade

Antes de mais nada, meu agradecimento pela publicação de minha carta (04/07) na qual comento a violência contra idosos. Ocorre que nela não citei o problema de acessibilidade desrespeitado até mesmo pelos que deveriam ajudar e atrapalham.
Vou citar dois exemplos: 1 – o terminal São Paulo. Quem pretende pegar os ônibus Éden ou Cajuru encontra uma calçadinha de cerca de 40 cm ou menos para dar a volta a toda a grade e até chegar ao ponto, o ônibus já partiu. Se for um cadeirante tem que ir pela pista de rolagem dos ônibus, o mesmo acontecendo se for um obeso, um usuário de muletas, mãe com bebês no carrinho entre outros. 2 – as imensas, em comprimento, grades que estão se espalhando pela cidade, começou pela avenida São Paulo, terminais, avenida General Carneiro, Juscelino Kubitschek, etc. Onde tem essas grades deveriam por exemplo, criar espaços onde seriam feitas aberturas (pequenos portões que seriam abertos e fechados pelo usuário). Na Juscelino Kubitschek tem, próximo à rodoviária, para quem quer ir ao centro. Lá foi bem bolado e é do tipo ‘mata burro’.
Para finalizar: paisagistas simplesmente ignoram que a “arte” que fazem e o resultado é a “queimada grama plantada para embelezar” e em pouco tempo vem o “enfeitamento”, pois não há como ir de um extremo a outro sem pisar na grama. Aliado a isso vem o problema do plantio de árvores que mais tarde levantarão calçadas e seus galhos atingirão fiação elétrica, exigindo em todos os casos gastos desnecessários, o que não ocorreria se houvesse um planejamento sério.
CLOVIS JUSTO DA SILVA

DO FACEBOOK

Bares e restaurantes de sorocaba podem funcionar até depois das 17h

Ufaaa, fez uma para ser lembrada, porque do jeito que a situação está, primeiro tem que ver quais são os bares que ainda conseguiram sobreviver para a reabertura após cinco meses fechados.
FECO FELIX

Uma palhaçada geral, sendo que os casos ainda existem… Se bares podem abrir, por que as escolas não? Não tem fundamento isso.
MARIANE PENTEADO

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