Do leitor

Doação de área pública

É com muita satisfação que li no Jornal Cruzeiro do Sul, a reportagem sobre a manifestação do Ministério Público do Estado de SP, sobre essa doação absurda de um via pública, pois a mesma já está truncando a mobilidade urbana aos moradores dos bairros adjacentes.

Sendo essa via uma importante ligação desses bairros para ao acesso ao centro da cidade, e, mesmo para outros bairros, jamais poderia ser interrompida para beneficiar uma entidade mantida pela Fiesp e Ciesp, entidades essas poderosas, prejudicando a mobilidade de uma grande parte da população, moradora do seu entorno.

É de se estranhar a manifestação da Urbes, ao dizer que “a via continuará recebendo o trânsito, no entanto, seria uma via sem saída”. Isso parece uma piada ou uma gozação de mau gosto. Tendo em vista que nem o pedestre poderá mais utilizar essa via para sua mobilidade e muito menos os veículos. Os mesmos, para acessar a rua Moreira César, terão que dar uma tremenda volta. E mais ainda, a partir do momento que interromperam essa via, o trânsito nesse bairro se tornou um caos, pois além da população moradora do seu entorno que é bastante numerosa, temos ali também escolas, Cartório Eleitoral, restaurantes, lanchonetes, bares e comércio em geral.
VALTER ZAMUR

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RESPOSTA: A Secretaria de Assuntos Jurídicos e Patrimoniais (Saj) informa que o registro da doação encontra-se em fase de conclusão, no cartório de registro de imóveis.
A Prefeitura cumpre a lei municipal autorizando a doação para a construção de prédios para atividades de escola e teatro.
Para reduzir os impactos no trânsito, a Urbes – Trânsito e Transportes fez a sinalização na via. A rua Duque de Caxias continua recebendo trânsito, no entanto, tornou-se uma via sem saída, com raio maior em seu trecho final (Cull DSac) para permitir a manobra de retorno dos veículos. As vias alternativas para quem trafegava pelo trecho agora sem saída é a rua Barão de Cotegipe ou a rua José Miguel.

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