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Cultura

Sorocabana interpreta vilã em nova temporada de ‘Malhação’

Nova temporada conta a história de seis jovens que presenciam ato violento em uma van no RJ
Sorocabana interpreta vilã em ‘Malhação’
Na série, Beatriz dá vida à Martinha, uma ambiciosa e autoconfiante “patricinha”. Crédito da foto: Divulgação

A atriz sorocabana Beatriz Damini é responsável por interpretar a vilã da nova temporada de “Malhação toda forma de amar”, que estreou no dia 17 de abril. A série conta a história de seis jovens que veem suas vidas interligadas após presenciarem um ato violento em uma van no Rio de Janeiro.

Na série teen da TV Globo, a artista dá vida à Martinha, uma ambiciosa e autoconfiante “patricinha”, que namora Filipe (Pedro Novaes) e não vai deixar barato a paixão dele pela protagonista Rita (Alanis Guillen). Com facilidade para mentir, a personagem que pratica hipismo chega a fingir que perdeu a memória em um acidente de cavalo para que o namorado não se afaste. “Não diria que ela é uma vilã. Prefiro chamá-la de antagonista. O que ela faz é muito passional. Ela é uma pessoa muito decidida, intensa e determinada”, diz a atriz ao Mais Cruzeiro.

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A jovem de 20 anos conta que descobriu a afinidade para os palcos durante a adolescência, em montagens de peças teatrais na escola em Sorocaba. Beatriz passou a infância em Salto de Pirapora, onde também já havia despertado a afinidade para a música batendo as panelas da casa da avó e montando shows de circo e fantoche para a família.

A paixão pela música começou a se desenvolver aos 8 anos na aula de bateria. Depois, veio o violão, o piano e o canto e a composição. “Sempre gostei de cantar. Eu postava covers no meu canal do YouTube, cheguei a fazer alguns shows, mas nada muito grande. Não consideraria uma carreira, mas agora estou com planos concretos para isso. Estou conseguindo conciliar as duas coisas, os dois amores, e o planejamento é lançar algo ainda este ano”, complementa.

Beatriz comenta que descobriu o teatro e a televisão por volta dos 15 anos, quando começou a fazer filmes publicitários e testes para filmes e novelas, sendo aprovada para uma participação na minissérie “Assédio”, disponibilizada no Globoplay, serviço de streaming da emissora, e que começou a ser exibida na última sexta (3) na TV aberta. “Eu estava estudando para tentar [vestibular de Medicina] mas percebi que não era isso que ia me fazer feliz”, detalha a jovem, que chegou a cursar um ano de artes cênicas na Escola Superior de Artes Célia Helena, em São Paulo.

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De acordo com o diretor artístico Adriano Melo e o supervisor artístico Carlos Araujo, o elenco jovem foi escolhido após um processo que durou cerca de três meses e envolveu mais de 500 candidatos. “Me chamaram para fazer testes. Fui passando em todas as etapas”, comemora a sorocabana que se mudou para o Rio de Janeiro onde, atualmente, vive jornada intensa de gravações. “É puxado, mas muito gratificante”.

Com o subtítulo “Toda forma de amar”, a nova temporada, escrita por Emanuel Jacobina, tem como mote central a história de Rita, uma mãe adolescente, que descobre que sua filha dada como morta, na verdade, está viva. A exemplo das últimas temporadas, como “Identidade” e “Viva a diferença”, a produção também é uma exaltação à diversidade social e tem como tema de abertura a clássica canção “Paula e Bebeto”, escrita em 1975 por Milton Nascimento e Caetano Veloso, interpretada na voz de Milton e de Iza, cujo o verso diz: “Qualquer maneira de amor vale a pena”. (Felipe Shikama)

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