Cultura

Filmes infantis são maioria nas estreias da semana

Três longas chegam para agradar o público infanto-juvenil. Terror e filme de arte também são novidades
Infantis são maioria nas estreias da semana
“Goosebumps 2” apresenta uma trama que acontece às vésperas do Halloween. Crédito da foto: Divulgação

Na véspera de Dia das Crianças, três filmes voltados ao público infantil estreiam nesta quinta-feira (11) nas salas de cinema de Sorocaba. A lista de novidades inclui ainda o terror “A casa do medo — incidente em Ghostland” e o drama francês “Sem data, sem assinatura”.

O principal destaque da semana para a criançada é o longa “Goosebumps 2 — Halloween assombrado”. Misto de terror e comédia, o filme é o segundo título da franquia baseada na série de livros infanto-juvenil homônima do escritor norte-americano RL Stine, que já vendeu mais 400 milhões de exemplares em 32 idiomas. Vale destacar que RL Stine também é personagem da trama — um ser rude e misterioso — interpretado por Jack Black (“A escola do rock”).

Infantis são maioria nas estreias da semana
“Tudo por um pop star” tem no elenco Maisa Silva, Klara Castanho e Mel Maia. Crédito da foto: Divulgação

Desta vez, a trama ambientada na cidade de Wardenclyffe, nos Estados Unidos, ocorre às vésperas do Halloween. Sonny (Jeremy Ray Taylor) e Sam (Caleel Harris) são grandes amigos, que encontram um livro incompleto guardado dentro de um baú, em uma casa abandonada. Ao abri-lo, eles despertam o boneco Slappy (Avery Lee Jones), que surge inesperadamente. A direção é de Ari Sandel.

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Outra opção para os pequenos é o longa nacional “Tudo por um pop star”, de Bruno Garotti, que traz no elenco as atrizes teens Maisa Silva, Klara Castanho e Mel Maia. Mistura de comédia com romance, a trama começa quando a banda pop masculina Slavabody Disco Boys, febre entre as mocinhas de todo o Brasil, anuncia que irá tocar no Rio de Janeiro. Fãs de carteirinha do grupo, as adolescentes e melhores amigas Gabi (Maísa), Manu (Klara) e Ritinha (Mel ) farão de tudo para que seus pais deixem que elas assistam a um show do grupo fora da cidade onde moram.

Também chega hoje às telonas de Sorocaba a animação “Cinderela e o príncipe secreto”. Dirigido por Lynne Southerland, o filme se desenvolve a partir da seguinte premissa: enquanto Cinderela e seus amigos ratos se divertem no Baile Real, tudo parece perfeito, até a princesa ter uma grande surpresa: o príncipe é uma farsa! O verdadeiro representante do reino foi transformado em rato por uma bruxa malvada. Cinderela e seus amigos precisam embarcar em uma grande aventura para reverter o feitiço e restaurar a ordem no lugar.

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Adulto

Para os adultos, a novidade é o terror “A casa do medo – incidente em Ghostland”. Co-produção entre França e Canadá, o longa é escrito e dirigido por Pascal Laugier (“A profecia dos anjos”, “O homem das sombras”). Pauline acaba de herdar uma casa de sua tia e então decide morar lá com suas duas filhas, Beth e Vera. Mas, logo na primeira noite, o lugar é atacado por violentos invasores e Pauline faz de tudo para proteger as crianças. Dezesseis anos depois, as meninas, agora já crescidas, voltam para a casa e se deparam com coisas estranhas.

Já a sala 7 do Cineplay, do Sorocaba Shopping, voltada à exibição de filmes de arte, exibe o longa francês “Sem data, sem assinatura”. Com boas notas da crítica especializada, especialmente por seu “roteiro engenhoso”, o filme conta a história de Dr. Nariman, um médico forense que se envolve em um acidente de carro com um motociclista.

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Na ocasião, o filho de 8 anos do homem se fere e Nariman se oferece para levá-lo a um hospital próximo, mas logo tem sua oferta recusada pelo pai. O problema é que, na manhã seguinte, o médico descobre que além da criança ter morrido, a morte foi considerada suspeita pela autópsia, o que indica um mistério a mais na situação. “A força vem do roteiro impecável e interpretações precisas. É para fazer pensar”, destaca Luiz Zanin Oricchio, crítico do jornal O Estado de S. Paulo. “[‘Sem data, sem assinatura’] convida o espectador a se colocar no lugar dos personagens e sentir esses problemas como se fossem seus”, complementa Sérgio Rizzo, de O Globo. (Da Redação)

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