Desemprego tem pequeno aumento, de 5,1% para 5,4%
Renda média do trabalhador é de R$ 3.652
O desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro, de acordo com os dados mensais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No trimestre móvel até dezembro, a taxa de desocupação estava em 5,1%, e no trimestre encerrado em janeiro de 2025, a taxa estava em 6,5%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.652,00 no trimestre encerrado em janeiro. O resultado é o mais alto da série histórica, com aumento de 2,8% no trimestre e de 5,4% no ano.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 370,3 bilhões no trimestre encerrado em janeiro, alta de 7,3% ante igual período do ano passado.
O total de pessoas em busca de uma vaga no País somou 5,851 milhões no trimestre até janeiro, menor contingente da série histórica comparável, que elimina trimestres com repetição de respostas na amostra.
Ao mesmo tempo, a população ocupada alcançou o maior patamar da série histórica comparável, 102,671 milhões no trimestre encerrado em janeiro.
Informalidade
De acordo com o IBGE, o País registrou uma taxa de informalidade de 37,5% no mercado de trabalho no trimestre até janeiro, a menor desde 2020, em meio à pandemia de Covid-19. Porém, o resultado desta vez não ocorre por uma expulsão de trabalhadores informais do mercado de trabalho, mas sim porque a composição da qualidade do emprego atualmente é das melhores da série histórica iniciada em 2012, conforme o IBGE.
A menor taxa de informalidade da série histórica da Pnad Contínua foi de 36,6%, registrada no trimestre até junho de 2020. (Estadão Conteúdo)