CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha

Por Cruzeiro do Sul

Filho do presidente Lula teria recebido "mesada"

 

A CPMI do INSS aprovou ontem (26) todos os requerimentos em pauta, que miravam, entre outros, Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master; ex-parlamentares e investigados pela Polícia Federal acusados de participação no esquema fraudulento de descontos associativos e até mesmo a presidente do Palmeiras, Leila Pereira.

O governo trabalhou para que todos os 87 requerimentos fossem votados em conjunto para então serem derrubados. A oposição queria votar cada um dos itens isoladamente, que conseguiu ao final. A sala da comissão então virou palco de briga. A sessão foi interrompida e a TV Senado parou de transmitir o vídeo do local.

Investigadores da Polícia Federal colheram menções diretas e indiretas a Lulinha que o apontam como um possível sócio oculto de Antonio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, acusado de ser o intermediador do esquema, recebendo os recursos que eram debitados indevidamente dos aposentados e pensionistas, e, depois, repassando parte deles a servidores do instituto. Conforme noticiado pela CNN, em depoimento à PF, Edson Claro, ex-funcionário de Careca, afirmou que Lulinha recebia uma “mesada” de R$ 300 mil. (Da Redação, com informações de Estadão Conteúdo)