Caminhada de Nikolas Ferreira avança rumo a Brasília

Por Da Redação

Caminhada de Nikolas Ferreira até Brasília teve início na segunda-feira (19/1), em Paracatu, no Norte de Minas

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se aproxima de Brasília, com chegada prevista no domingo (25). Ele deu início a uma caminhada de 240 quilômetros na segunda-feira (19), com início em Paracatu (MG). O objetivo é fazer um protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Nikolas está publicando em sua rede social alguns vídeos de sua caminhada. O deputado aparece de camiseta branca, calça jeans azul e tênis, acompanhado de apoiadores, na rodovia federal.

Segundo nota da assessoria de Nikolas, o deputado havia cumprido agenda oficial em Paracatu para a entrega de uma emenda parlamentar e decidiu fazer do seu retorno à capital federal um "protesto pacífico" intitulado "Caminhada pela Justiça e Liberdade". A expectativa é de que Nikolas chegue a Brasília no domingo, dia 25 de janeiro.

O ex-presidente Bolsonaro está preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. A unidade é conhecida como "Papudinha". Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão devido à sua condenação por crimes relacionados a uma tentativa de golpe de Estado.

Numa carta aberta, o deputado mineiro explica sobre o protesto. "Não é espetáculo. É um ato de consciência, de amor ao Brasil e de compromisso com a liberdade. A desumanização dos brasileiros presos após o dia 8, submetidos a processos ilegais, parciais e arbitrários, bem como a perseguição sistemática a opositores políticos, entre eles Jair Bolsonaro, não são fatos isolados. São sintomas de algo muito mais profundo e perigoso: o cansaço moral de uma nação que vê o mal triunfar sem consequências, escândalos sucederem escândalos, o crime organizado avançar sobre o território e as instituições, enquanto o cidadão honesto é esmagado por um Estado inerte para proteger o bem, mas voraz para cobrar impostos", diz ao se posicionar contra o que ele chama de ativismo judicial.