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São Bento

Mattis vê Bentão mais ‘cascudo’ em campo para o jogo deste sábado (10)

O Azulão passou por sete rodadas sem conseguir vencer na segunda divisão nacional
Mattis vê Bentão mais ‘cascudo’ em campo
Guilherme Mattis e Dudu Vieira: o time amadureceu à força. Crédito da foto: Emidio Marques (7/8/2019)

O São Bento ainda está na zona do rebaixamento da Série B. Hoje, o clube sorocabano tem 13 pontos e ocupa a 17ª colocação. Mas as últimas partidas apresentaram uma evolução da equipe. Foram dois jogos sem sofrer gols — vitória contra o Criciúma, por 1 a 0, e empate sem gols com a Ponte Preta. Trabalhar o lado psicológico foi o principal fator que contribuiu para o clube voltar a pontuar.

“Nós estávamos sofrendo muito com erros individuais. Isso foi conversado, a parte emocional foi trabalhada. Na minha opinião era a parte que mais pesava. Isso acabou nos ajudando. Tivemos uma mudança de postura também. Isso foi importante. Quem estava jogando mudou a postura e viu que era momento de ganhar ou ganhar”, explicou o zagueiro e capitão Guilherme Mattis.

O Azulão passou por sete rodadas sem conseguir vencer na segunda divisão nacional. Sofreu 13 gols e marcou 6 — foram cinco derrotas e dois empates. Em algumas partidas, além de erros individuais, o time beneditino mostrava dificuldades para “matar uma jogada”, segurar o jogo quando conseguia abrir o placar. Mattis garante que o grupo está mais maduro.

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“Cascudo, né? Ficamos mais cascudos. As feridas das rodadas que ficamos sem vencer, as dificuldades que vêm desde o começo do ano, a experiência de quem já estava por aqui. Tudo isso acabou deixando a equipe mais cascuda. E o resultado veio: quatro pontos nos últimos seis disputados. Agora precisamos vencer fora de casa, porque time que ganha fora não sofre no campeonato”, analisou.

A segunda pior defesa do campeonato — são 19 gols sofridos em 14 partidas — e a zona do rebaixamento fizeram com que os jogadores mudassem a postura, não só em se doar mais — como já disseram outros atletas do elenco — mas também no aspecto psicológico.

Guilherme Mattis explicou como isso reflete em campo. “Quando perder a bola, (tem de) correr para matar a jogada. Se não conseguir, fechamos as linhas. No nosso campo não podemos deixar o adversário ter a paz de trocar passes e isso estava acontecendo. A partir do momento que entendemos, e a comissão técnica mostrou os nossos erros, a gente acabou assimilando bem”, relatou.

O Bentão entra em campo amanhã, às 19h, para encarar o Cuiabá, fora de casa. O técnico Doriva pode fazer uma mudança no meio de campo: Dudu Vieira entrando na vaga de Paulinho; no ataque, Rafael Silva, titular nas duas últimas partidas, briga com Zé Roberto, artilheiro do time na Série B, com três gols, para ver quem será o camisa 9. (Da Redação)

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