Dia 20: México encanta no Azteca e França domina

Empurrado por uma torcida fanática, o México quebra um tabu histórico, enquanto França e Noruega garantem suas vagas no mata-mata e o Brasil conhece seu adversário

Por Vernihu Oswaldo

México celebra no Azteca

Não há explicação possível para o que o futebol causa. Os mexicanos fazem uma das maiores festas já vistas em uma Copa do Mundo, e a energia parece ter passado para o campo. A seleção mexicana, pela primeira vez desde 1986, avança da primeira partida de mata-mata e elimina o bom Equador. Uma seleção latina cai, a outra mostra para o mundo o que é ser latino. Em um lendário estádio Azteca lotado, a lógica sucumbiu à paixão.

A favorita França subiu ao ringue para mostrar a que veio e atuou com a precisão de um boxeador peso-pesado diante da brava Suécia. Ditou o ritmo e, quando Mbappé encontrou a brecha no fim do primeiro tempo, desferiu o direto que mandou os adversários para as cordas. No segundo tempo, domínio e mais dois gols. O próximo adversário é o Paraguai, que já derrubou uma gigante.

A Costa do Marfim apostou na imposição física, fez um jogo duríssimo e ameaçou o sonho norueguês. Mas, na Copa dos protagonistas, Haaland apareceu: aos 41 do segundo tempo, quando a prorrogação já parecia bater à porta, o craque decidiu. A Noruega avança de fase e, agora, enfrenta o Brasil. 

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