Novo desafio
O piloto de Tatuí João Vitor Cardeli é confirmado na Belco Racing para a temporada 2026
O piloto de motocross de Tatuí, João Vitor Cardeli, foi confirmado como reforço da equipe Belco Racing para a temporada 2026. O anúncio se deu durante a apresentação oficial do time, realizada no Centro de Treinamento em Botucatu, quando também foram divulgados os nomes que disputarão o Campeonato Brasileiro de Motocross MX1 GP Brasil.
Cardeli inicia o novo ciclo após encerrar 2025 como vice-campeão brasileiro da categoria MX4. Ele integra o grupo de 11 pilotos definidos pela equipe para o principal campeonato da modalidade no país, que reúne competidores em diferentes categorias. Entre os destaques do elenco estão Henri Krug, campeão da 65cc, e Anderson Amaral, campeão da MX3.
A Belco Racing será representada por Arthur Lourenzo (#505), nas categorias 65cc e 85cc; Henrique Spinassé (#232), também nas categorias 65cc e 85cc; Zion Bertchold (#17), nas categorias 85cc, YZ125 e MX2Jr; José Morera (#919), na MX2Jr e MX2; Gabriel Cirino (#89), na MX2Jr e MX2; Anderson Amaral (#83), na MX3; Carlos Badiali (#165), na MX3 e MX1; Daniel Federal (#35), na MX4 e MX3; Fabricio Schincariol (#300), na MX4; João Vitor Cardeli (#149), na MX4; e Sabrina Novazick (#927), na MXF.
O Campeonato Brasileiro de Motocross contará com dez etapas ao longo da temporada. A abertura será em 12 de abril, em Canelinha, Santa Catarina. Na sequência, o calendário passa por Ponta Grossa, Paraná, em 26 de abril, e Castro, Paraná, em 3 de maio. A quarta etapa será em Cuiabá, Mato Grosso, em 24 de maio, seguida por Palmas, Tocantins, em 7 de junho. Goiânia, Goiás, recebe a sexta etapa em 21 de junho, enquanto Manaus, Amazona, sedia a sétima, em 5 de julho. As oitava e nona etapas serão em Santa Cruz do Capibaribe, Pernambuco, em 31 de julho e 2 de agosto. A etapa final, marcada para 13 de setembro, ainda terá local definido.
Nem todas as categorias participam de todas as etapas. As principais divisões — MX1, MX2 e MX3 — disputam o calendário completo, com dez provas. Já categorias como MXF, MX4, MX5 e Minimoto têm participação reduzida e competem em apenas cinco etapas ao longo da temporada.
Com isso, pilotos como João Vitor Cardeli, que atua na MX4, não estarão presentes em todas as provas. A ausência já ocorre na etapa de abertura, em Canelinha, onde a categoria não integra a programação. A divisão busca equilibrar o número de baterias por etapa e otimizar a logística do campeonato.
As categorias do motocross são organizadas por idade e especificações das motocicletas. A MX1 é a principal divisão e reúne motos de até 450 cilindradas (quatro tempos) ou 250 cilindradas (dois tempos). A MX2 é destinada a pilotos entre 14 e 23 anos, com motos de até 250 cilindradas. Já a MX2Jr e a MX Júnior funcionam como etapas de desenvolvimento para jovens talentos.
As categorias 65cc e 85cc são voltadas a crianças e adolescentes, com motos de menor potência, enquanto a YZ125 é uma categoria monomarca. As divisões MX3, MX4 e MX5 são destinadas a pilotos veteranos, organizadas por faixa etária a partir dos 35 anos. Já a MXF é exclusiva para mulheres.
O Campeonato Brasileiro de Motocross percorre diferentes regiões do país ao longo do ano e reúne pilotos de diversas categorias, consolidando-se como a principal competição nacional da modalidade.