França enfrenta a Polônia com sonho do terceiro título mundial

Técnico Didier Deschamps voltará a contar com todos os titulares, incluindo o quarteto de ataque Griezmann-Mbappé-Dembélé-Giroud

Por Cruzeiro do Sul

A Polônia foca esperanças no astro Robert Lewandowski

A França enfrenta a Polônia de Robert Lewandowski hoje às 12h (de Brasília), pelas oitavas de final do Mundial do Catar, com a expectativa de avançar rumo à conquista do terceiro título. Seria o segundo consecutivo, algo que apenas duas seleções conseguiram na história das Copas do Mundo: Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962).

Apesar do favoritismo dos “Bleus” (Azuis), o capitão Hugo Lloris recordou ontem o que aconteceu na Eurocopa do ano passado, quando a França foi eliminada justamente nas oitavas pela Suíça: “Muitas vezes falamos que não podemos relaxar independente do cenário. E se tivermos a chance, temos que ‘matar’ a partida”.

Após a derrota na última rodada da fase de grupos para a Tunísia (1 a 0), quando a França jogou com a equipe reserva por já estar classificada, o técnico Didier Deschamps voltará a contar com todos os titulares, incluindo o quarteto de ataque Griezmann-Mbappé-Dembélé-Giroud.

A meta é a classificação, mas os “Bleus” também podem registrar vários recordes na partida: Giroud pode se tornar o maior artilheiro da história da seleção francesa, Lloris passará a ser o jogador com mais partidas oficiais pela França, com mais partidas em Copas do Mundo.

Todas as apostas, no entanto, insistem no favoritismo francês. Até os poloneses sabem disso: “Temos 1% de possibilidade de eliminar a França, mas é 1% a mais do que se não tivéssemos nos classificado”, brincou o goleiro reserva Kamil Grabara. “Teremos nossa oportunidade”, disse o atacante Robert Gumny, de 24 anos.

Esta será a primeira vez desde 1986 que a Polônia disputará as oitavas de final da Copa do Mundo. A equipe terminou o Grupo C, que também tinha Argentina, México e Arábia Saudita, na segunda posição. E uma vez nas oitavas de final, os poloneses não têm nada a perder. Os franceses estão avisados. (AFP)