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F1: Verstappen terá de prestar serviços comunitários por agressão

O piloto da Red Bull terá que prestar dois dias de serviços comunitários por conta dos empurrões que deu no francês Esteban Ocon, da Force India.
Piloto da Red Bull terá que prestar serviços comunitários. Foto: Planet F1

O holandês Max Verstappen sofreu uma punição incomum neste domingo, horas depois do GP do Brasil de Fórmula 1. O piloto da Red Bull terá que prestar dois dias de serviços comunitários por conta dos empurrões que deu no francês Esteban Ocon, da Force India. A confusão foi consequência de um toque de Ocon em Verstappen na metade da corrida no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

A punição, rara no universo da Fórmula 1, foi decidida pelos comissários da prova. Os serviços comunitários, a serem cumpridos em até seis meses, serão definidos pela própria Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que não estabeleceu um prazo para anunciar quais e onde serão executados os serviços públicos. Verstappen poderá recorrer da decisão.

A confusão teve início na pista, quando Ocon fez manobra inesperada no “S do Senna” ao tentar disputar posição com o piloto da Red Bull, então líder da prova. O retardatário acabou acertando a traseira de Verstappen, que rodou, deixou a pista e foi ultrapassado com facilidade por Lewis Hamilton.

Ainda dentro do carro, Verstappen chamou o francês de “idiota” seguidas vezes. Ao fim da prova, usou palavrões para expor sua irritação. “De repente, um retardatário tenta disputar com você e assume um risco estúpido. O que eu posso fazer?”, disse o holandês. Ocon foi punido com uma parada de dez segundos nos boxes. “A minha penalidade foi ter perdido a vitória. Mas espero poder rir desta situação daqui a 15 anos”, disse Verstappen, antes de receber a punição oficial dos comissários.

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Ao fim da prova, o piloto da Red Bull foi tirar satisfações com o rival e trocou empurrões na garagem da FIA no momento da pesagem dos atletas. Funcionários da entidade precisaram intervir.

A briga dentro e fora do traçado reavivou uma rivalidade antiga entre os dois pilotos, da época da Fórmula 3 Europeia. “Eu estou acostumado a disputar com Max. Foi a mesma coisa. Voltamos alguns anos hoje”, disse o piloto de 22 anos.

Ele se defendeu. Disse que estava mais rápido que o líder naquele momento e tinha pneus mais novos. E pediu uma punição ao holandês, de 21, pelos empurrões. “Os membros da FIA tiveram que o segurar para impedir uma ação mais violenta. Ele queria me dar um soco. Isso não é profissional.” (Agência Estado)

O holandês Max Verstappen sofreu uma punição incomum neste domingo, horas depois do GP do Brasil de Fórmula 1. O piloto da Red Bull terá que prestar dois dias de serviços comunitários por conta dos empurrões que deu no francês Esteban Ocon, da Force India. A confusão foi consequência de um toque de Ocon em Verstappen na metade da corrida no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

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A punição, rara no universo da Fórmula 1, foi decidida pelos comissários da prova. Os serviços comunitários, a serem cumpridos em até seis meses, serão definidos pela própria Federação Internacional de Automobilismo (FIA), que não estabeleceu um prazo para anunciar quais e onde serão executados os serviços públicos. Verstappen poderá recorrer da decisão.

A confusão teve início na pista, quando Ocon fez manobra inesperada no “S do Senna” ao tentar disputar posição com o piloto da Red Bull, então líder da prova. O retardatário acabou acertando a traseira de Verstappen, que rodou, deixou a pista e foi ultrapassado com facilidade por Lewis Hamilton.

Ainda dentro do carro, Verstappen chamou o francês de “idiota” seguidas vezes. Ao fim da prova, usou palavrões para expor sua irritação. “De repente, um retardatário tenta disputar com você e assume um risco estúpido. O que eu posso fazer?”, disse o holandês. Ocon foi punido com uma parada de dez segundos nos boxes. “A minha penalidade foi ter perdido a vitória. Mas espero poder rir desta situação daqui a 15 anos”, disse Verstappen, antes de receber a punição oficial dos comissários.

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Ao fim da prova, o piloto da Red Bull foi tirar satisfações com o rival e trocou empurrões na garagem da FIA no momento da pesagem dos atletas. Funcionários da entidade precisaram intervir.

A briga dentro e fora do traçado reavivou uma rivalidade antiga entre os dois pilotos, da época da Fórmula 3 Europeia. “Eu estou acostumado a disputar com Max. Foi a mesma coisa. Voltamos alguns anos hoje”, disse o piloto de 22 anos.

Ele se defendeu. Disse que estava mais rápido que o líder naquele momento e tinha pneus mais novos. E pediu uma punição ao holandês, de 21, pelos empurrões. “Os membros da FIA tiveram que o segurar para impedir uma ação mais violenta. Ele queria me dar um soco. Isso não é profissional.”

 

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