Covid devolve Raphael Veiga e Willian ao Verdão

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Jogadores voltaram a treinar e podem enfrentar o Delfín. Crédito da foto: Cesar Greco / Palmeiras

O Palmeiras contou com duas novidades no treino desta segunda-feira (30), na Academia de Futebol. O meia Raphael Veiga e o atacante Willian se recuperaram do novo coronavírus e participaram do trabalho com o grupo. Com isso, os dois podem reforçar o time amanhã, quando o compromisso será diante do Delfín, do Equador. O jogo no Allianz Parque vale pela partida de volta das oitavas de final da Copa Libertadores

Fora os dois atletas, quem também voltou a participar do trabalho foi o goleiro reserva, Jaílson. Ele também havia sido diagnosticado com a Covid-19 e nos últimos dias cumpria o cronograma de transição física. Todos devem ficar à disposição para o jogo desta quarta-feira (2). O Palmeiras venceu o time equatoriano em Manta por 3 a 1 e pode até perder por um gol de diferença que estará classificado.

Veiga e Willian estiveram afastados do time nas três últimas partidas. Cada um tem 13 gols marcados nesta temporada. Os jogadores cumpriram quarentena nos últimos dias e foram liberados pelo departamento médico para retomarem às atividades. Antes da partida contra o time equatoriano, o Palmeiras vai realizar o último treino na tarde de hoje, na Academia de Futebol.

Alô Verdão

O Palmeiras vai lançar nesta semana a própria operadora de telefones celulares. O produto batizado de Alô Verdão terá a cobertura em todo o Brasil e planos no formato pré-pago. O intuito do clube é conseguir elevar as receitas e também aumentar a quantidade de participantes do sócio-torcedor, o Avanti. Quem já for contribuinte do programa terá descontos especiais na compra do chip.

Segundo o diretor de marketing do clube, Roberto Trinas, a ideia de se ter um chip oficial já era analisada há tempos pelo clube. “É um produto interessante, porque vai ao encontro do que queremos para os nossos seguidores, que é levar os melhores produtos ao torcedor”, explicou. Para formatar o lançamento, o clube analisou principalmente o caso do Bahia, que também tem um chip próprio de telefonia. (Estadão Conteúdo)