Esporte São Bento

Com a pior campanha do Paulistão, São Bento tenta a ‘volta por cima’

Segundo o goleiro Henal, "trabalhar mais e falar menos" é a receita para o time tentar sair da lanterna
Hora de trabalhar mais e falar menos
Após erros e acertos na competição, Henal acredita que é um exemplo de como sair de uma situação complicada. Crédito da foto: Erick Pinheiro / Arquivo JCS (6/2/2019)

Trabalhar mais, falar menos. Só assim, segundo o goleiro Henal, o São Bento conseguirá sair da situação delicada no Campeonato Paulista. A equipe tem a pior campanha da competição, com 16% de aproveitamento (são três empates e três derrotas até aqui), e ocupa a última colocação do Grupo B, com apenas três pontos somados. “Todo jogador fica triste. Todos aqui têm uma carreira excelente, mas a gente tem que se doar mais, treinar mais. O grupo foi montado a dedo, mas não está atuando do jeito que vinha atuando nos jogos-treinos”, afirma ele, que acredita na tão sonhada “volta por cima”.

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Diferente da fase coletiva beneditina, Henal tem vivido um ótimo momento individual. As defesas salvadoras, porém, chegaram depois do lance protagonizado contra o São Caetano, pela quarta rodada do campeonato, quando tentou ajeitar o corpo para recolocar uma bola recuada em jogo e viu ela “morrer” no fundo da própria rede. O goleiro, aliás, chegou a chamar o vacilo de “tragédia” durante coletiva realizada anteontem após o empate com a Ferroviária. “A confiança vem com o passar dos jogos. Tenho que agradecer ao Dida (preparador de goleiros), que me apoiou muito depois do acontecido”, comenta.

Henal acredita que é um exemplo de como sair de uma situação complicada. “A gente vai sair dessa. Eu sou a prova viva. Na quinta (contra o São Caetano) aconteceu a tragédia e nos dois jogos seguintes eu dei a volta por cima. Foi difícil chegar onde a gente está. A gente sabe o quanto ralou, lutou, o quanto a diretoria se esforçou, então vamos fazer de tudo para tirar o time dessa situação”, declara. “Não adianta dizer o contrário, a nossa briga é contra o rebaixamento. É colocar o pé no chão, entrar no campo e dar a vida. Tem que ter um algo a mais, dar 200, 400%. Ninguém quer cair com time nenhum e eu tenho certeza que isso não vai acontecer”, finaliza.

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