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Esporte São Bento

Atacante Henan salienta importância do Bentão ter elenco completo

Ele disputa uma vaga com o “medalhão” Alecsandro
Henan reconhece que o time “ainda tem muito a crescer”. Foto: Erick Pinheiro

 

A variedade de opções para que o treinador Marquinhos Santos monte a equipe titular do São Bento tem sido assunto em muitas rodas de conversa. Quase todo mundo tem um time pronto na cabeça, mas na hora de colocar no papel, não poderia ser diferente: surge sempre uma ou outra dúvida. E, mesmo brigando por uma vaga neste 11 inicial, o centroavante Henan — autor de dois gols nos jogos-treino que a equipe fez na última semana em preparação para o Paulistão — tem a solução para o “problema” na ponta da língua.

“Temos de mudar a ideia de que são apenas 11 jogadores. A imprensa, o torcedor cobra um grupo bom e, quando temos, todos querem saber quem vai jogar. Mas o importante é ter um elenco bom”, ressaltou ontem, na última entrevista coletiva antes da estreia no Paulistão, diante do Botafogo, marcada para amanhã, às 11h, no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto. Concorrente direto ao posto de homem-gol com o experiente Alecsandro, ele não revela como o time tem treinado e deve ir a campo para deixar um “segredo” no ar. “Independentemente de quem inicie jogando, todos vão poder ajudar da melhor maneira possível.”

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Henan reconhece que o time “ainda tem muito a crescer” por conta do pouco tempo de preparação (a maior parte do elenco se apresentou no dia 2 de janeiro, mas alguns jogadores chegaram depois). Ele garante que não se incomoda com a eventual necessidade de ir para o banco nesse início de temporada, já que o treinador beneditino já adiantou que será preciso “rodar” o elenco a fim de evitar um desgaste excessivo. “É normal. Na Europa, por exemplo, acontece muito isso, de um jogador que disputa campeonato e não o outro”, salientou. Com início hoje, o Paulistão 2019 terá uma sequência inicial de cinco jogos num período de 15 dias.

Antigo “carrasco” do Bentão, já que chegou a marcar três vezes contra os sorocabanos em pleno CIC, ele admite uma expectativa não só pelo início da competição, mas também pela possibilidade de balançar as redes adversárias. “Há a ansiedade do primeiro gol. Já fiz gols aqui, então a responsabilidade cresce, pois vou ser sempre cobrado. E também tem a ansiedade por jogar o melhor estadual do Brasil de novo”, declarou o atacante de 31 anos, que nas últimas duas temporadas defendeu o Figueirense. Pela equipe catarinense, ele marcou 21 gols em 62 partidas.

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