Economia

WhatsApp é o meio mais barato e rápido de comunicação a distância

Em janeiro deste ano, a aplicativo de mensagens alcançou a marca de 1,5 bilhão de usuários ativos por mês
Whatsapp é um dos aplicativos mais usados no mundo. Crédito da foto: Fernanda Carvalho/Fotos Publicas

O WhatsApp é um dos grandes responsáveis pelo abandono dos telefones fixos, por ser rápido e econômico (o gasto é de um acesso à internet). O serviço de mensagens instantâneas, independentemente da idade, é a alternativa mais escolhida para estabelecer comunicação – é, inclusive, o mais baixado, seja na PlayStore ou na AppStore. Algumas vezes, quando o aplicativo teve períodos curtos sem funcionar, o fato chegou a causar um certo desespero nos usuários mais dependentes.

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Em fevereiro de 2014, por conta da força do aplicativo, o Facebook comprou o WhatsApp por US$ 16 bilhões. E, em janeiro deste ano, o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, anunciou que o WhatsApp havia alcançado a marca de 1,5 bilhão de usuários ativos por mês.

Além disso, dados divulgados no início de 2017 davam conta de que 120 milhões de brasileiros o utilizavam. Entre eles, está o estudante do curso de geografia da Universidade de São Paulo (USP), José Paulo da Silva Cordeiro, 23 anos. Sorocabano, ele começou a estudar na capital paulista em 2014 e, desde então, o WhatsApp é a maneira mais fácil de manter contato com a família, amigos e a namorada. “Tenho o aplicativo desde 2012. Sempre foi muito útil. Mas quando me mudei de cidade, vi o quanto era importante ter um meio barato de me comunicar.”

O estudante diz que não é daqueles que compra os celulares mais modernos, portanto fica mais restrito às mensagens de texto em detrimento de chamadas de voz ou vídeo no aplicativo. “O WhatsApp é o meu meio oficial de comunicação. Uso para tudo, até para pedir uma pizza. As ligações se tornaram muito pontuais, só uso quando quero ouvir mesmo a voz da pessoa”, comenta.

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O estudante José Paulo Cordeiro usa o WhatsApp desde 2012. Crédito da foto: Arquivo Pessoal

O também sorocabano e estudante de economia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Davi Escanhoela, 23, é outro que conta diariamente com o WhatsApp. “Se fosse como antes, seria bem mais complicado. Minha mãe quando estudou fora tinha que mandar carta para não gastar dinheiro com ligação. Então no meu caso é bem mais fácil”, compara. Ele fala de outro aspecto positivo do aplicativo: “Dependendo da situação, se você está na escola, na faculdade, responder uma mensagem não atrapalha tanto o ambiente”, exemplifica.

Apesar da praticidade das mensagens instantâneas, Davi Escanhoela ainda se considera um adepto das ligações. “Eu tenho um plano da minha operadora para falar gratuitamente com outros planos, então uso para conversar com meus pais e meus avós, pois minha família é bem comunicativa.” (Esdras Felipe Pereira)

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