Economia

Setor privado pode ajudar a Amazônia, afirma Mourão

A fala do representante brasileiro ocorreu durante o painel “Financiando a transição da Amazônia para uma bioeconomia sustentável”
Vice-presidente diz que sem parcerias não dá para atingir meta principal de preservar a região. Crédito da foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão, disse ontem (27) ser inevitável a participação do setor privado para que o País consiga proteger a Amazônia e fazer prosperar economicamente a região. “Está claro para nós que, sem parceiros públicos e privados, não seremos capazes de atingir nossa meta principal de preservar a região”, afirmou.

A fala do representante brasileiro ocorreu durante o painel “Financiando a transição da Amazônia para uma bioeconomia sustentável”, organizado pela versão on-line do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês), chamada de Fórum Digital de Davos. Por causa da pandemia, a organização decidiu fazer o evento, que tradicionalmente reúne todos os anos a elite econômica e política do mundo nos Alpes suíços, de forma virtual Há previsão de que uma edição presencial do evento ocorra em maio, em Cingapura.

O debate, que ocorre neste momento, tem como premissa a avaliação de que a Amazônia tem potencial para se tornar a bioeconomia mais importante do mundo, gerando empregos e inovação enquanto restaura e conserva ecossistemas.

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Para Mourão, 2020 foi o ano mais desafiador da história recente — segundo o vice, não apenas por causa da pandemia, mas também por questões ligadas à sustentabilidade. “O Brasil não parou de trabalhar contra a depredação da Amazônia”, garantiu. “O governo tem mostrado o empenho com a agenda sustentável para o mundo”, acrescentou.

Agro e transformação digital

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que a transformação digital tem ocorrido muito rapidamente no Brasil e que o setor de agronegócios precisa estar inserido neste contexto de mudança. O País tem, segundo ela, um dos “mais vibrantes” ambientes de negócios, com mais de 2 mil agritechs — startups do agronegócio. (Estadão Conteúdo)

 

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