Economia

Indicadores econômicos dão sinais positivos, avalia Acso

Economista da Associação Comercial de Sorocaba vê recuperação
Indicadores econômicos dão sinais positivos, avalia Acso
Comércio é um dos principais setores que movimentam a economia local e geram empregos. Crédito da foto: Pedro Henrique Negrão (1/2/2021)

O cenário econômico para 2021 é visto com esperança de um ano positivo, segunda a avaliação da economista da Associação Comercial de Sorocaba, Carla Giuliani, que vê nos índices econômicos sinais de recuperação.

Segundo o relatório Focus do Banco Central, a economia brasileira deve crescer este ano. O PIB (tudo o que é produzido durante um ano no país) promete aumentar em 3,9%, o que comparado a queda de 4,5% em 2020, é visto como “muito promissor”, pela economista. Este indicador aponta que a indústria e o setor de serviços devem crescer 4%. “Números são significativos, principalmente para Sorocaba, que tem nestes setores a máquina impulsionadora da economia”, diz Carla Giuliani.

O PIB per capita, dividido pelo número de habitantes e a média do que cada brasileiro deve receber, tem uma projeção positiva de 4,7%. O setor do comércio deve crescer em 5,8%, demonstrando a percepção do mercado na necessidade de consumo.

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O resultado primário do setor público, que é a diferença entre as receitas e os gastos governamentais, vai ter um déficit de aproximadamente R$ 241 bilhões, volume abaixo em comparação com 2020, ano do início da Covid-19, que foi de aproximadamente R$ 711 bilhões. “Apesar de negativo é indício de que a economia começa a reagir”, avalia a economista da Acso.

“Lembrando que estas são projeções do mercado e que muita coisa pode e deve acontecer. As pessoas estão necessitadas de contato físico, comprar de forma presencial e divertir-se fora de casa. Esta carência premente, fará com que a economia necessite de mais produção, o que obrigará as empresas e o comércio a contratar mais, fazendo com que haja um movimento ascendente na economia. É o que todos desejam para este ano de 2021”, comenta a economista. (Da Redação, com informações da Acso)

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