SBT tem mesmo que avaliar o bom e o ruim da sua programação

Por Cruzeiro do Sul

Daniela Beyruti

A direção do SBT está agindo com absoluta correção, ao fazer uma análise criteriosa de tudo, a respeito da sua grade de programação.

É assim que tem que ser.

Depois de ficar muito tempo sem produzir com a mesma intensidade de agora, é necessário apurar o que está funcionando e apresentando resultados, comerciais e em audiência, na medida do que se deseja.

E, após a conclusão de tudo, realizar ajustes ou mesmo tomar outras medidas que venham a ser necessárias sobre o que deve ser mantido e o que não tem mais chances de continuar.

Está tudo muito correto e é assim que tem que ser, menos numa coisa: o tempo.

Na altura em que estamos, já em novembro e sabendo que dezembro é sempre um mês diferente dos demais, é preciso se apressar com isso e fazer com que essas decisões sejam tomadas para ontem.

Apenas como exemplo: hoje já é perfeitamente possível fazer uma avaliação das mais precisas, sem correr riscos de erros, sobre os programas que já estão há algum tempo no ar. Sendo este um quadro que já é definitivo e não será alterado, as decisões a respeito de tudo devem ser tomadas no mais breve espaço de tempo possível, até para não prejudicar necessários planejamentos.

Em televisão, em todos os sentidos, o tempo conta e nunca deixar para amanhã o que pode fazer hoje, é sempre uma verdade absoluta.

Tem que correr com isso e rapidamente estabelecer o que irá valer em 2025. Ah, sem esquecer que, também nesse caso, tempo é dinheiro.

NOTAS

Lenga-lenga
Hoje, no meio, um dos assuntos mais arrastados é a venda ou não da rede Transamérica de rádio. Dia sim, dia não, surge uma novidade a respeito.
A de agora, assim como outras sem confirmação nenhuma, é que o empresário Chaim Zaher, do Grupo Thathi, estaria próximo de fechar negócio com as irmãs proprietárias.

Compreensível até
É natural que uma negociação deste porte, a da Transamérica, que envolve tantas emissoras de rádio, bem instaladas e bem localizadas, não aconteça do dia para a noite. Ou da noite para o dia.
O problema é que já são muitos dias e muitas noites, o que acaba tirando o sono de muita gente. O pessoal que trabalha, em qualquer uma delas, está numa insegurança tremenda. É aquela história, “o que será de mim?”.

Falta isso
A CNBC, em solenidade nesta sexta, vai lançar oficialmente o canal e apresentar diversas iniciativas, entre elas, seus talentos entre apresentadores e comentaristas. Gente do mais alto nível.
Mas nenhum grande repórter até agora. Sei que alguns foram procurados, mas não aceitaram o esquema proposto salário e condições de trabalho, tipo abelhinha.

Programa do João
Domingo, entre outras atrações no seu programa da Band, João Silva vai promover um encontro de ex-bailarinas históricas do Faustão.
Um encontro com Carla Prata, Daiane de Paula e Ivi Pizzott, entre outras, para contar um pouco dos bastidores, as tretas e as oportunidades que se abriram depois de lá.

Drible na rede
A EPTV, no domingo da eleição, colocou no ar através do G1 Campinas, um programa com a apuração de voto, minuto a minuto, ao vivo. Somando primeiro e segundo turnos, foram mais de sete horas de transmissão.
Neste tempo no ar, foram anunciadas as vitórias de 49 prefeitos da região. Apresentação de Helen Sacconi e João Alvarenga. Foi uma maneira, das mais saudáveis, de contornar o sempre reduzido espaço das afiliadas.

Não é por nada
E também não pelos laços familiares, a preocupação, mas são tantas as histórias sobre a Eliana, aqui e ali, que sinceramente acho que ela não tem nem tempo para essas muitas.
Ou será que existe mais de uma?