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Maria Clara Gueiros vive Madalena, uma diretora de escola muito linha-dura, nas filmagens de “Ela disse, ele disse”
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Crédito da foto: Mariana Vianna / Divulgação

Flávio Ricco, com colaboração de José Carlos Nery

Maria Clara Gueiros vive Madalena, uma diretora de escola muito linha-dura, nas filmagens de “Ela disse, ele disse”, baseado no livro de Thalita Rebouças, que estão acontecendo no Rio de Janeiro. O longa tem Duda Matte e Marcus Bessa nos papéis dos protagonistas Rosa e Léo, e Maísa Silva como a antagonista Júlia.

“Éramos seis” irá para a sua quarta versão

São poucos os casos de novelas, entre as tantas realizadas da Tupi até os dias atuais, capazes de suportar uma nova versão. Uma relação que contempla, se considerarmos o tamanho do volume imposto, alguns raros títulos, como “O rebu”, “Mulheres de areia”, “Escrava Isaura”, “Gabriela”, “Sinhá moça”, “Ti ti ti”, “Saramandaia”, “Guerra dos sexos”, “Cabocla”… E “Éramos seis”, que agora, reforçando ainda mais sua posição nesta lista, irá se distinguir da grande maioria por chegar na Globo, no segundo semestre deste ano, à sua quarta produção, depois de Record, Tupi e SBT.

A primeira, em 1967, foi adaptada por Pola Civelli e Cleyde Iaconis no papel de “dona Lola”. As duas últimas, 1977 e 1992, respectivamente, tiveram Nicette Bruno e Irene Ravache como protagonistas. Esta próxima, com adaptação de Ângela Chaves e direção de Carlos Araújo, já tem como certa e confirmada a escalação de Glória Pires.

Diante da sua exibição, antecipada para o segundo semestre deste ano, em vez do começo do próximo, houve uma completa reformulação no processo de trabalho. A escalação do seu elenco agora passa a ter prioridade absoluta.

Outro detalhe

A imaginada homenagem a ser prestada a Nicette Bruno, porque foi ela a Lola da Tupi, não foi totalmente descartada, mas com a antecipação da novela ficou mais difícil de acontecer. Nicette, ao longo desses próximos meses, estará se dedicando às gravações de “Órfãos da terra”, que irá anteceder “Éramos seis”.

Está em outra

O “Tá no ar”, em ritmo de despedida, está levando o seu pessoal, uma boa maioria dele, a se encaixar em outras produções da Globo. Caso da Verônica Debom, já garantida na próxima novela das seis, “Órfãos da terra” como a personagem Sara, uma judia, uma das responsáveis pelo lado cômico da história ao lado de Marcelo Médici.

Bem na fita

O reality “Troca de esposas”, com Ticiane Pinheiro, estreia da Record no dia 14, foi pensado para formato de temporadas, a exemplo de outros em cartaz. Sua captação conta com câmeras supermodernas e, tudo indica, não ficará somente na primeira temporada. Está bem avaliado internamente.

Cada dia mais

O Grupo Globo está acentuando bem o aproveitamento de todos os profissionais do jornalismo e esporte em seus vários veículos. E um procedimento que irá se estender ainda mais nos próximos tempos.

Programa especial

Geraldo Luís vai abrir a temporada, ao vivo, do “Domingo show”, neste ano, com um programa especial, gravado inteiramente em Brumadinho. Trabalhos começaram já nas primeiras horas de quarta-feira e devem se encerrar só ao longo do dia de hoje.

Hebe Eterna

O Farol Santander, em São Paulo, dia 19, vai dar início à exposição “Hebe eterna”, nos andares 19º e 20º. Um trabalho que narra a trajetória de uma das maiores artistas do país. Entre outras coisas, os visitantes terão a oportunidade de realizar o sonho de sentar no sofá da Hebe.

Curiosidade

Em todas essas ações sobre a Hebe — documentário, filme e série na Globo — vale destacar que 80% das roupas utilizadas por Andréa Beltrão nas gravações são originais. Pertenceram à artista, como também sapatos e joias. São bem elogiados os trabalhos de Carolina Kotscho (pesquisa e roteiro) e Maurício Farias, direção.

Concorrência

Na quarta-feira, a CBF abriu os envelopes com novas propostas para mídia dos painéis, mais leds e direitos internacionais do Brasileirão 2019. Não divulgou nada na hora. Todo o processo tem a auditoria da Ernest Young.

A propósito

A partir do momento em que a Conmebol chamou para ela a responsabilidade de gerar os jogos da “Libertadores”, bem que ela poderia ter pensado em fazer isso com um mínimo de competência. Até aqui, o trabalho apresentado na grande maioria dos jogos, está bem abaixo da crítica.

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