CULTURA

Cinemas de Sorocaba têm três estreias nesta quinta-feira


Nesta quinta (12), quando se comemora o Dia das Crianças, uma das estreias é voltada ao público infantil: a animação norte-americana As aventuras do capitão Cueca -- o filme (em todos os shoppings da cidade). As outras novidades são duas produções brasileiras: A menina índigo e Como se tornar o pior aluno da escola.
Vale destacar que além da estreia As aventuras do capitão Cueca, os cinemas da cidade têm outras opções para o público infantil em cartaz: Pica-pau, My little pony, Lego Ninjago e Emoji. 
Baseado no livro de Dav Pilkey, As aventuras do capitão Cueca -- o filme conta com direção de David Soren. Na história, Jorge e Haroldo são amigos inseparáveis, tanto no colégio quanto na casa na árvore que mantêm juntos, onde se dedicam a escrever histórias em quadrinhos do Capitão Cueca, super-herói por eles inventado. Ambos adoram se divertir na base de pegadinhas, especialmente em relação aos professores e ao rabugento diretor Krupp. Quando são ameaçados de serem separados de turma, Jorge usa um anel hipnótico contra o diretor, que faz com que ele obedeça a todas as suas ordens. É quando a dupla tem a ideia de transformá-lo no próprio Capitão Cueca. 
Segundo crítica publicada no New York Times por Neil Genzlinger, essa animação, de uma maneira geral, apela para o barulho, porém no final lança uma mensagem positiva.
Já A menina índigo, com direção de Wagner de Assis (mesmo diretor de Nosso lar), traz no elenco Letícia Braga, Murilo Rosa e Fernanda Machado. Sofia é uma garota de 7 anos que tem enfrentado problemas na escola, por não se interessar pelas matérias ensinadas. Após se trancar em uma sala e pintá-la por completo, seu pai é chamado ao local. Meio afastado dela devido ao trabalho, ele se reaproxima após o pedido da própria Sofia para morar com ele. Aos poucos, o pai percebe que Sofia é não só uma criança bastante espontânea que se manifesta através da pintura, mas que também possui o dom de curar pessoas doentes. 
Francisco Russo, que publicou crítica no Adoro Cinema, não avaliou bem a produção. “Existe um filão no cinema que investe não propriamente na excelência, mas nas mensagens transmitidas. Não importam falhas de roteiro, diálogos pobres, uma produção capenga ou atuações caricatas, desde que as boas intenções por trás compensem tais problemas. A menina índigo vai neste caminho. (...) Em meio a tantos problemas estruturais e de execução, cabe à desenvoltura da jovem Letícia Braga o fardo de manter algum interesse no filme”, pontua.
Outra novidade nas salas de cinema é a também produção brasileira Como se tornar o pior aluno da escola. Com direção de Fabrício Bittar, o elenco dessa comédia traz Danilo Gentili, Bruno Munhoz, Daniel Pimentel e Carlos Villagrán. 
Bernardo e Pedro são estudantes e enfrentam as clássicas tarefas de cumprir as obrigações escolares, tirar boas notas, ter bom comportamento e cumprir as regras da escola, cada vez mais elaboradas graças ao diretor Ademar. Frustrado, Pedro acaba encontrando um diário de como provocar o caos na escola sem ser pego, o que leva os dois amigos a seguirem as dicas do caderno. A censura é 14 anos. 


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