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GAMES
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"Snake pass": um game para se "enrolar"




Você está cansado dos games em que tem de correr, voar, saltar ou dirigir um carro veloz? Então o game Snake pass pode ser uma opção legal. Nele, a jogabilidade é bem diferente e você terá que agir e pensar como a cobra coral Noodle, rastejando, subindo paredes e se enrolando em bambus.
 
O mundo muito colorido de Haven Tor, ambiente do game, é um quebra-cabeça no qual você deverá subir ao topo, coletando peças do portal mágico e resolvendo vários enigmas com a ajuda do inseparável companheiro beija-flor chamado Doodle.
 
Os gráficos são compostos de paisagens de plataformas brilhantes e coloridas e o desafios parecem fáceis no começo, mas passar a série de mundos do game se torna cada vez mais desafiador e cheio de obstáculos. Serão horas de diversão e uma infinidade de itens colecionáveis.
 
Confira neste vídeo (https://youtu.be/VvT4g-e5T-o) o gameplay para aprender a movimentação e conheça um pouco dos caminhos que você terá que percorrer.
 
O game é para 1 jogador por vez, offline e tem lançamento programado para o próximo dia 28, nas plataformas PS4, PC, Switch, e Xbox One.
 

Nintendo Switch - Tudo que você queria saber, mas tinha medo de perguntar




Marcelo Iglesias
contato@gamecoin.com.br

A Nintendo acaba de divulgar todos os detalhes do Switch, seu novo console que chega no dia três de março, nos Estados Unidos, Europa, Japão e Hong Kong e demais mercados, no qual o Brasil não faz parte. Com preço de US$ 300 (R$ 960) nos EUA, o aparelho chega com valor superior que as versões de entrada de PS4 e Xbox One, que têm preços iniciais em US$ 280 (R$ 896), mas que fica cerca de US$ 50 (R$ 156) abaixo das versões PS4 Pro e Xbox One S.

Uma das grandes expectativas sobre o Switch é como ele funciona de fato e quais são os games que chegarão para ele junto do lançamento. O console é um híbrido entre aparelho de mesa e portátil, no qual tudo se resume a um módulo que inclui CPU e uma tela de sensível ao toque de 6,2 polegadas. Como já foi mostrado inúmeras vezes, o aparelho pode ser acoplado a um dock, que faz a conexão com o televisor e funciona como um console de mesa convencional.

O joystick, por sua vez, utiliza dois segmentos que podem ser acoplados nas bordas do console, funcionando como um portátil tradicional. Ou encaixados num suporte batizado de Joy-Con, para ser utilizado quando o Switch estiver plugado no dock.

Capacidades do Switch

A Nintendo não informou qual é seu poder de processamento e se limitou a dizer que a tela do Switch tem resolução de 1280×720, mas não detalhou dados técnicos de GPU e outras informações técnicas. Ou seja, a resolução na TV não deve ir além do Full HD (1080p). A capacidade de armazenamento do aparelho é de 32 GB, mas pode ser expandida com o uso de cartões de memória em formatos SDHD e SDXC.

Já a bateria, no modo portátil, dura em média seis horas. No entanto, a própria Nintendo adverte que a autonomia pode cair pela metade, quando se roda um game que exija muito do aparelho. Ela até exemplificou com The legend of zelda: breath of the wild (principal game do Switch até o momento) que consome carga acima da média.

Ou seja, com capacidade limitada de armazenamento, consumo elevado de energia e poucas informações de hardware, nota-se que o desempenho é superior aos portáteis atuais, mas não se sabe se ele oferecerá uma performance superior ao Wii U e muito menos dos demais consoles do mercado (PS4 e Xbox One).

Games do Switch

Herança dos portáteis da marca, o Nintendo Switch venderá seus jogos em formato de cartuchos, como acontece desde a primeira geração do Game Boy, de 1989. No mercado norte-americano, os cartuchos, ou game cards, já podem ser encomendados por US$ 60 (R$190). Há também a possibilidade de aquisições on-line, via rede exclusiva, mas a Big N já adianta que irá cobrar para que os jogadores possam disputar partidas pela Internet, num modelo muito parecido com o que a Sony adota com donos de PS4, que precisam assinar o serviço PS Plus.

Além do novo Zelda, a Bethesda voltou atrás e confirmou que The elder scrolls: Skyrim terá uma edição para o console. O Switch também já tem confirmado os games Monster boy and the cursed kingdom, Lego city undercover, Rime, Project Sonic, Yooka-laylee, Stardew valley, Constructor, Club life: island survival, Dragon quest XI, Dragon quest x e Just dance. O que ficou faltando foi um anúncio de um episódio inédito de Super Mario Bros e a presença de franquias multiplataforma de peso como Battlefield, Call of duty, Fifa soccer, PES, Resident evil, dentre outras séries de grande popularidade no Brasil.

O Nintendo Switch certamente será vendido no Brasil, via importação direta, uma vez que a Big N encerrou suas operações no mercado brasileiro há exatos dois anos. Daí, quem comprar o Switch importado não terá nenhum assistência técnica. A garantia será apenas a oferecida pelo comércio onde foi adquirido, que é de 90 dias, conforme preconiza o Código de Defesa do Consumidor.

Seus preços deverão girar, por aqui, na casa dos R$ 3 mil, já que é preciso considerar a pesada tributação de importação, cotação e a margem de lucro do varejista. Basta comparar com o NES Classic Edition. O aparelhinho retrô da Nintendo que custa nos EUA US$ 60 (R$ 190) aqui é vendido entre R$ 800 e 1.200.
E aí, será que dessa vez a Nintendo se dará bem?

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O que muda com o fim da panelinha entre EA e Porsche?




Marcelo Iglesias
contato@gamecoin.com.br

No ano de 2000, a Electronic Arts publicou um dos melhores episódios da série Need for speed, em que só haviam modelos Porsche. Need for speed: porsche unleashed era realmente um excelente game. O jogo contava com praticamente todos os modelos de rua da marca, modelos de competição, além de incontáveis versões do 911 e 356.

Nele era possível pilotar lendas das 24 Horas de Le Mans como 917 e 935 Moby Dick, assim como o furioso GT1. Era uma Sodoma e Gomorra da velocidade, reproduzida em pixels e vetores. Mas toda essa orgia porschista escondia um segredo cabeludo. Um contrato de exclusividade de uso dos modelos da Porsche com a EA.

Esse contrato exigia que sempre que um estúdio quisesse colocar um carro Porsche em um game, era necessário uma segunda autorização da Electronic Arts. Daí, os modelos Porsche praticamente ficaram restritos a Need for speed e a games que a EA considerava que não atrapalharia seu negócio como Race driver grid e mais recentemente o medonho The crew.

Uma das poucas franquias que recebem modelos Porsche é a Forza motorsport, mas sempre como pacotes de expansão. Em Forza 6, o pacote chegou depois de seis meses da publicação do game. Com 20 modelos que vão desde o 550 Spyder ao 919 Hybrid, o DLC é conteúdo indispensável para quem é fã de games de corrida.

Porsche para todos

Mas tudo mudou no mundo dos games, pois o malfadado contrato se findou em dezembro e o que se espera é uma saraivada de Porsches pipocando em diversas franquias. Um dos primeiros games que confirmou a inclusão dos carros de Stuttugart em seu portfólio é Project cars 2. O game da Slightly Mad Studios ainda está em fase de produção, mas o presidente do estúdio, Ian Bell, garantiu que não faltarão modelos da marca no game.

"Ué, mas eu já vi Porsche no Project cars?", pode estar se perguntando o astuto leitor. A resposta é: É e não é!

Isso porque em Project cars, assim como na série Gran turismo, os produtores incluíram modelos RUF. A RUF é uma preparadora alemã especializada em Porsche, mas com status de fabricante devido ao nível de modificação. Na verdade, a empresa praticamente utiliza apenas a parte estrutural dos Porsches como Boxter e 911, além de alguns compentes de conjunto mecânico e de suspensão.

E como a RUF é reconhecida como uma marca totalmente independente da Porsche, seus esportivos como o lendário Yellow bird fazem parte da lista de bólidos de games como Project cars.

Gran Turismo Sport

No entanto, em novembro de 2015, quando a Polyphony Digital apresentou o primeiro vídeo de Gran turismo sport, o que chamou atenção de todo mundo foi a cena que mostrava a imagem real de um Porsche 917K, número 19, pilotado por Richard Attwood e Herbert Müller e segundo colocado nas 24 Horas de Le Mans de 1971.
A imagem que aos 40 segundos do vídeo provocou uma verdadeira avalanche de especulações na Internet. Fãs ficaram eufóricos pois era um sinal de que finalmente os Porsches poderiam ter sua merecida estreia em Gran turismo.

Por hora não há nenhuma confirmação se Gran turismo sport receberá modelos Porsche ou até mesmo se Gran turismo 6 (PS3), que ainda é o título atual da série, receberia um pacote de expansão com modelos da marca. Bom, mas a verdade é que agora acabou a desculpa e se GT sport não tiver um Porsche sequer, é prova que a obra de Kazunori Yamauchi - criador da série Gran turismo - foi superada.

Bola de Cristal GameCoin - O que vem por aí (Parte 1)



Marcelo Iglesias
contato@gamecoin.com.br


O ano de 2017 já chegou e junto com ele virá uma safra nova de games dos mais variados gêneros. Destaque para o gênero Hack and Slash, que terá novidades expressivas como "For Honor" e "God of War". Como é de praxe, PS4 e Xbox One dominarão os lançamentos, assim como as publicações para Windows. OS e Linux também não ficarão para trás e deverão receber boa parte das produções focadas em computadores.

Uma das grandes expectativas do mercado será a chegada do Switch, novo console da Nintendo, que promete mobilidade e alto poder de processamento. Apesar das diversas críticas e boatos, o aparelho é visto como "tábua da salvação" da Big N, que tem tido dificuldade de se aprumar desde o lançamento do Wii U. Confira os principais lançamentos!

Double Dragon IV

O clássico dos fliperamas e dos consoles 8 bits comemora 30 anos em 2017. Para marcar a data, a produtora Arc System Wors lançará em 30 de janeiro a nova aventura dos irmãos Jimmy e Billy Lee. Com gráficos retrô, a produção promete manter o mesmo estilo de jogabilidade simples, em que o objetivo é arrasar com todos os adversários que pintarem na tela. Double Dragon IV terá versões para PC e PS4.

For Honor

Quem disse que o "Hack and Slash" estava morto? Depois de uma seca de produções do gênero, a Ubisoft Montreal promete animar os que gostam de trucidar os inimigos virtuais com com armas de curto alcance (facas, espadas, lanças, porretes, etc) com "For Honor". O game de ação promete combates sangrentos ao permitir que o jogador escolha personagens como soldados medievais, vikings e até mesmo samurais. No entanto, ao invés de uma campanha solitária, o foco de "For Honor" são os combates multiplayer, que tentam reproduzir as sangrentas batalhas medievais em campo aberto. Com lançamento previsto para novembro, o game terá versões para PC, PS4 e Xbox One

Friday the 13th: The Game

Já era para o game estrelado pelo serial killer Jason Voorhees ter estreado no mercado. Mas como se trata de uma produção independente da Gun Media, o jogo só chega em algum momento de 2017. No game, o jogador incorpora o assassino que precisa eliminar os visitantes do acampamento de férias na margem do lago Cristal Lake. Segundo os produtores, o game tem tido o apoio de profissionais que trabalharam no primeiro episódio da série. "Friday the 13th: The Game" terá versões para PC, PS4 e Xbox One

God of War

Se For Honor promete levar a pancadaria do estilo "Hack and Slash", God of War retorna para resgatar o gênero consolidado por Kratos na segunda metade dos anos 2000. Neste game exclusivo para PS4, Kratos aparece na região da Normandia e, ao invés de enfrentar deuses, semideuses e criaturas do Olimpo, se vê diante de criaturas da mitologia nórdica. Barbudo e mais velho, o guerreiro não tem mais as Lâminas do Caos em seu favor. Apesar de executivos da Santa Monica Studios terem garantido que o gameplay está terminado, ainda não há data certa para o lançamento.

Gran Turismo Sport

A estreia da série "Gran Turismo" no PS4 estava marcada para final de 2016, mas com a chegada do PS4 Pro a Polyphony Digital resolveu adiar o lançamento por mais um ano, para a fúria de quem já tinha encomendado o game na PlayStation Store. "Gran Turismo Sport" dá uma enxugada na série e remove boa da imensa lista de carros, priorizando modelos aptos para competição. Assim, o jogador terá mais liberdade de preparação dos carros. Outra faceta do game é que ele terá um calendário de provas de acordo com as modalidades homologadas pela FIA. Se a Polyphony não pisar na janta mais uma vez, em 31 de dezembro (de 2017) o game faz sua estreia.

'Steep' reinventa os games de esportes radicais




Games de esportes radicais, principalmente envolvendo velocidade, tiveram um grande momento em meados da década de 1990. Foi quando consoles capazes de rodar produções com os inovadores gráficos poligonais permitiam jogos extremamente dinâmicos como Cool Boarders (PS1) e Wave Race 64 (N64), em que o negócio era ser o mais rápido e acrobático possível.

No entanto, estes games sumiram do mapa, já que a turma estava mais interessada em uma jogabilidade realista ao invés do alucinante estilo "arcade". E uma grata surpresa deste final de ano é Steep. O game da Ubisoft resgata um pouco da adrenalina do final do milênio, com provas de esqui, snowboard, paraglider e até mesmo wingsuit (que é aquele traje com barbatanas nas pernas e nos braços, usado para planar durante a queda livre).

Com um visual muito bem acabado, a produção assinada pelo estúdio Ubisoft Annecy, na França, o game não se verte para o modo "arcade", mas mesmo com uma pegada mais realista em termos de física e comportamento dinâmico, o jogo se mostra extremamente divertido.

Nas provas de voo de wingsuit, a jogabilidade segue um modelo ancestral que remonta a produções como Pilot Wings e até games menos pretensiosos como Lego Batman em que o objetivo é passar por dentro de arcos imaginários. As manobras por pontos determinados também fazem parte das obrigações quando se conduz o paraglider.

Já nas descidas de montanhas, seja no esqui ou no snowboard, manobras e tempo de xecução são fatores determinantes para aferir o desempenho do jogador. Nessas modalidades "em neve fofa", não há como não se lembrar do clássico Ski or Die, do NES. Apesar das diferenças gritantes de jogabilidade e gráficos, trata-se de um dos poucos games que explorou os esportes de inverno.
Com modos solo e multijogador, é possível participar de provas com outros jogadores em rede, assim como campeonatos e direito a rankings globais, instigando vaidades.

Em Steep, o jogador participa de corridas em diversas montanhas que vão dos Alpes, que cortam boa parte da Europa, com destaque a Mont Blanc na fronteira da Suíça com a Itália. O jogador também pode desafiar os limites da física no Alasca e outras localidades.
Steep é um jogo interessante, que surge como uma opção que vai além dos gêneros triviais do mercado como tiro em primeira pessoa (RPG), esportes coletivos (futebol, basquete e futebol americano) e Action RPG. Trata-se de um jogo capaz de unir jogadores casuais e hardcore, tanto numa disputa de acidentes grotescos ou até mesmo num desafio de atingir os limites do game.

Com versões para PC, PS4 e Xbox One, o game tem preços que vão de R$ 100 a R$ 200.

Jogos do Ano de GameCoin - 2016 - Top 10 (Parte 1)



Marcelo Iglesias
contato@gamecoin.com.br

O ano de 2016 já está no fim. E, como é de praxe, muitos elaboram suas listas de melhores do ano. No universo dos games, a relação dos Jogos do Ano GameCoin -- 2016 traz as dez produções que merecem destaque entre os lançamentos dos últimos 12 meses -- e um lugar nas boas coleções de jogos. Foram muitas produções de peso, resgate de franquias adormecidas, propostas inusitadas e muito mais. Confira os dez mais -- cinco essa semana e cinco na semana que vem.
Batman: The telltale series (PC, PS4 e Xbox One)
O sombrio mundo de Bruce Wayne ganhou nova abordagem no Adventure RPG da Telltale. A produtora famosa por games como The walking dead despe os dramas do homem-morcego em sua cruzada contra o crime em Gotham City. Com gráficos cartunescos, trata-se de um jogo que exige mais rapidez em responder perguntas do que propriamente nos momentos de combate. Batman: The telltale series é fundamental para quem é fã do paladino da justiça.
Forza horizon 3 (PC e Xbox One)
A terceira aventura mundana na série de corridas da Microsoft chegou ao mercado em setembro, com corridas disputadas fora de autódromos. O game ganha relevância por ter sido uma das poucas produções do gênero. Com ótimos gráficos e uma lista com máquinas fascinantes, mais uma vez Forza se destaca por permitir que o jogador tenha uma garagem com máquinas que permeiam o imaginário do público e não apenas um emaranhado de carros inexpressivos só para fazer número.
Battlefield 1 (PC, PS4 e Xbox One)
A Dice e a Electronic Arts acertaram em cheio com a nova edição de Battlefield. Depois de enamorar um romance policial com Hardline, a série voltou no tempo para levar jogadores para os horrores da Primeira Guerra Mundial. O game caiu no gosto do público que se viu num campo de batalha com mosquetes, revolveres e pistolas, sem o auxílio de tecnologias modernas. Battlefield 1 é a melhor aposta do ano para quem gosta de games de tiro multiplayer.
Far cry primal (PC, PS4 e Xbox One)
A Ubisoft foi extremamente ousada e bem sucedida em levar a série Far cry para a Idade da Pedra. Far cry primal abre mão de tudo que conhecemos para colocar o jogador na Europa Central numa época em que o homem ainda se organizava como ser social. Bem elaborado e com ótimos gráficos, Far cry primal permite que o jogador tenha uma noção de como era viver numa época em que machadinhas e pedra lascada e lanças eram as únicas defesas contra mamutes e esmilodontes (tigre de dente de sabre). Imperdível!
Dark souls III (PC, PS4 e Xbox One)
O quarto game da série de RPG Souls (se considerarmos Demon souls) foi lançado em março para maltratar os fãs da franquia marcada pelo excesso de dificuldade. O game oferece gráficos excepcionais e uma jogabilidade complexa, em que o jogador deve ficar atento ao inventário, evolução do personagem e à intrincada narrativa. Trata-se de um jogo para quem se amarra em campanhas longas e combates que beiram o sadismo.

"Lakers vs Celtics" -- 25 anos sem perder o molejo



Marcelo Iglesias
contato@gamecoin.com.br

Títulos de esportes são tão antigos quanto os primeiros consoles. Uma prova disso era o jurássico Telejogo da charmosa Philco Ford, que tinha vários games de esportes em seu acervo de dez jogos. No entanto, entre os games que romperam a barreira do tempo e se consolidaram como referência em seus gêneros, pode-se pontuar Fifa soccer, Super voleyball e International super star soccer, ou até mesmo Mario Lemieux hockey e Joe Montana II Sports talk football. Mas é impossível não levantar a bola de Lakers versus Celtics and the NBA Playoffs.
Publicado originalmente para PC em 1989 pela Electronic Arts, o game de basquete alcançou seu estrelato em 1991, quando ganhou edição para Mega Drive. Curiosamente, quando a versão original do jogo foi publicada, o vencedor da temporada 1988-89 tinha sido o Detroit Pistons, tendo David Robinson como a grande estrela da temporada. O Lakers ficaram em segundo e os Celtics pararam nos playoffs. Mas como os dois times, que tinham em seus elencos nomes como Magic Johnson e Larry Bird (não nos peça para discriminar em quais times eles jogavam, seria uma vergonha da sua parte!), ganharam o título do jogo. Na versão para Mega Drive, de 1991, nem Lakers e nem Celtics levantaram o caneco na temporada 1990-91. Quem faturou o título foram os Bulls de Michael Jordan e Scottie Pippen.
Como já começava nos Playoffs, a versão para Mega Drive contava com as seguintes equipes: Boston Celtics, Los Angeles Lakers, Chicago Bulls, Phoenix Suns, Detroit Pistons, Portland Trail Blazers, Philadelphia 76ers, San Antonio Spurs.
O game oferecia jogabilidade espetacular para a época, muito mais simples e intuitiva que os complexos comandos espalhados pelo teclado do PC. Era basicamente, passe, tiro e troca de jogador e funções de bloqueio e roubada quando não se tinha a posse da bola. O gerenciamento do time.
Graficamente o game era muito bom -- ia além dos padrões da época. Cenários e personagens tinham desenho que buscava o realismo. Podia-se dizer que era possível identificar os jogadores pela estatura, corte de cabelo e acessórios, como os óculos de Horace Grant. Mas o toque de Midas de Lakers versus Celtics and the NBA Playoffs era a música de abertura que ciceroneava o game que viria a seguir. O alto padrão musical também continuava nas faixas reproduzidas durante as partidas.
A melhor forma de se jogar Lakers versus Celtics and the NBA Playoffs é num Mega Drive, mas é possível quebrar o galho com emuladores para computadores e até mesmo aqueles DVD"s picaretas para PlayStation 2 que agregam milhares de jogos de Mega Drive, Super Nintendo, NES e Master System. Para quem se interessar, a Tectoy entrou na onda dos consoles retrôs e colocou em pré-venda a edição original do Mega Drive por R$ 400, com entrega para junho de 2017.
Coincidentemente, Lakers versus Celtics and the NBA Playoffs chegou num momento em que o basquete ganhava grande visibilidade no Brasil, tanto pelas transmissões da Rede Bandeirantes, assim como na própria atuação da seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Barcelona, que foi eliminada nas quartas de final pela Lituania. Tudo isso fez do game um dos jogos de esporte mais procurados nas locadoras de fitas. Afinal, todo mundo queria ter seu momento de Jordan, Bird, Johnson e Robinson.

Sem precisar destroçar o porquinho



Marcelo Iglesias
contato@gamecoin.com.br

Muita gente aproveitou a Black Friday para comprar um videogame pela metade do dobro do preço original... Brincadeiras à parte, nem todo mundo tem um conhecimento amplo do mercado de games ou sabe quais são os melhores títulos para iniciar uma coleção. Então nada como sugerir bons títulos disponíveis tanto para computadores e aparelhos da atual geração (PS4 e Xbox One), que já tenham alguns meses de mercado e, consequentemente, preços mais acessíveis. Confira quais games mais agradam e divirta-se sem maltratar o porquinho das moedas.
- Aventura - "Lego: Jurassic world" (PC, PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360)
A versão Jurassic world permite explorar quatro grandes mapas que equivalem aos quatro filmes da série. Muito bem produzido, oferece ótima qualidade gráfica, jogabilidade apurada, além de contar com uma infinidade de personagens, veículos, tesouros e outros itens colecionáveis que fazem com que o game continue mesmo após o término das quatro campanhas. Como foi lançado em julho de 2015, seu preço já caiu bastante.
- Ação - "Watch dogs" (PC, PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360)
Esse game que é da mesma distribuidora de Assassin"s creed e coloca o jogador na pele de um hacker que precisa cumprir com diversas missões nas ruas de Chicago, usando o telefone celular para fazer praticamente de tudo, desde clonar outros aparelhos, como controlar semáforos e demais equipamentos eletrônicos da Segunda Cidade. Há duas semanas, chegou o segundo episódio da série. No entanto, é melhor experimentar o primeiro game, pois já pode ser encontrado com preços muito mais baixos que os R$ 200 cobrado pelo lançamento.
- Ação em primeira pessoa - "Far cry primal" (PC, PS4 e Xbox One)
Lançado no início do ano Far cry primal é um jogo muito interessante, pois foge do padrão convencional dos games FPS (tiro em primeira pessoa). Neste game, o jogador encarna num homem das cavernas que precisa construir machadinhas, arco, flechas e enfrentar tribos e animais já extintos como mamutes e tigres de dente-de-sabre. O game é muito bem produzido e conta inclusive com um dialeto próprio para dar mais realismo.
- RPG - "Fallout 4" (PC, PS4 e Xbox One)
Esse RPG é um game para quem gosta de campanhas intermináveis. O terceiro episódio da série pós-apocalíptica se passa em 2.277, após um apocalipse nuclear. O jogador é um sobrevivente que tinha sido congelado e precisa encontrar o filho que fora retirado da criogenia alguns anos antes. Nesse jogo é possível fazer de tudo, desde combinar peças de vestuário, assim como modificar armas, construir vilarejos, criar medicamentos, além de uma infinidade de missões extras.
- Estratégia - "This war of mine" (PC, PS4 e Xbox One)
Esse é um jogo de estratégia muito legal. O jogador vive a pele de um civil no meio de uma zona de guerra. Daí é preciso estabelecer seu refúgio, sair para procurar suprimentos e também defender o território. Com bons gráficos e jogabilidade muito simples, o game é capaz de nos dar uma pequena ideia do desespero de quem vive em regiões de conflito.
- Ação - "Metal gear solid V: The phantom pain" (PC, PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360)

Taí um game que mistura tudo! Tiro, porrada e bomba, com uma dose de estratégia, administração de recursos, ação, furtividade e um enredo muito doido que conta a história de um super soldado que desperta do coma em busca de vingança. Apesar de ser a última publicação da franquia, Metal gear solid V se passa antes dos acontecimentos do primeiro Metal gear solid. O jogador, mais uma vez assume o papel de Big Boss numa cruzada contra a organização Cipher. Imperdível!