CARTAS


Correios




"Não adianta fazer uma reclamação junto à empresa"
 
Lucimara Alves
 
CORREIOS
 
Venho através desta denunciar o mau serviço prestado pelos Correios. Já somam inúmeras vezes que tenho o mesmo problema e sei que o ocorrido acontece com outros cidadãos que dependem dessa péssima empresa diariamente.
 
Em todas as reclamações que já fiz, a resposta é sempre a mesma: eles jogam a culpa em nós e fica tudo por isso mesmo.
 
Ocorre que a empresa não entrega nossos pacotes no prazo e lança no sistema deles que o carteiro não foi atendido. Sendo isso uma mentira, pois o mesmo nem chegou passar pela nossa porta.
 
No dia 24 de outubro, eu tinha uma entrega de Sedex e logo de manhã, ao rastrear meu objeto, verifiquei que o mesmo tinha saído para seu devido fim. Por essa razão, deixei meus afazeres fora de casa para outro dia e fiquei aguardando minha entrega. Durante a tarde, o motorista passou pela minha rua e entregou em uma das minhas vizinhas -- e não a minha encomenda. Na mesma hora liguei para o 0800 dos Correios, que me prestou um péssimo atendimento e disse que era para eu aguardar que eles tinham até as 18h para efetuar a entrega. Liguei também no setor de distribuição de caixas da minha região, que não atendeu (constando como fora de serviço). Então, liguei no setor de distribuição de cartas, no qual me disseram a mesma coisa.
 
Depois das 18h fiz o rastreio do meu objeto e constava que a entrega não tinha sido realizada porque o carteiro não havia sido atendido.
 
Fiquei o dia todo em minha casa, deixando tudo que precisava fazer só para receber minha encomenda e sou obrigada a ler uma mentira dessas, sabendo que além de tudo entrei em contato com eles. E sei que não adianta fazer uma reclamação junto à empresa, pois a resposta será a mesma de sempre. Eles consideram o que foi lançado no sistema pelo setor de distribuição e nós passamos por mentirosos.
 
LUCIMARA ALVES
 
Resposta - Os Correios constataram que o objeto postal foi entregue ao destinatário dentro do prazo. Conforme apuração, no dia 24 de outubro, o carteiro passou pelo endereço às 16h50 e não foi atendido. Esclarecemos que a entrega no local é feita diariamente.
 
CORREIOS
 


Pergunte a um advogado




Contribuí durante alguns anos com a Previdência por meio de Guia da Previdência Social (GPS), como sócio-proprietário de uma pequena empresa. Agora, ao fazer a contagem do tempo de serviço para aposentadoria, inúmeras contribuições (quase três anos) apareceram nos registros, mas não foram consideradas válidas pela Previdência, e precisarão, conforme me orientaram, ser validadas por mim por meio de recurso e apresentação de provas. Ou seja: tinha empresa, tirei nota fiscal, movimentei dinheiro, recolhi a GPS, mas parece que o governo não entendeu que aquilo era uma contribuição previdenciária. E querem que eu comprove (exclusivamente) por meio da declaração do Imposto de Renda dos anos respectivos que eu efetivamente trabalhava quando fiz os recolhimentos. Achei esdrúxula essa situação. Por que alguém pagaria uma GPS em seu próprio nome se não fosse para poder contar com os benefícios do sistema previdenciário? E por que só querem aceitar a declaração do IR como prova? O fato de eu ter uma empresa aberta em meu nome, ativa, e emitir notas fiscais religiosamente todos os meses, além de fazer os recolhimentos que estão registrados no sistema, não seria comprovação mais que suficiente de que eu trabalhava nessa empresa? Desde já, agradeço pela atenção que me for dispensada. (O.D.F.)

Resposta - Prezado leitor, esta situação provavelmente se deu por alguma pendência de informações quando do envio da GFIP da sua empresa ou envio tardio em algum momento; não é algo incomum. De fato, a Declaração do Imposto de Renda é o documento hábil a corrigir estas pendências, eis que trata-se de documento oficial. Destacamos que pode ser apresentada a declaração da Pessoa Jurídica contendo o pagamento de pró-labore em seu nome ou da Pessoa Física contendo o recebimento da Pessoa Jurídica. Feito isso, suas contribuições estarão regularizadas e serão usadas para sua aposentadoria.

Esta coluna é produzida sob responsabilidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Sorocaba. Os leitores podem participar enviando suas dúvidas sobre Direito e legislação para o e-mail pergunteaumadvogado@jcruzeiro.com.br ou pelo Facebook do jornal (https://www.facebook.com/jornalcruzeiro). Consulte sempre um advogado!


Papel do professor




Neste fórum, em 27 de outubro, publicou-se o texto da leitora Mônica Manfrin Chryssocheri, que discorreu sobre seu desejo (realizado) de ser professora e fez menções sobre o universo de mestres e aprendizes. Sua carta aberta soma-se a outras tantas que, de tempos em tempos, exaltam o papel dos professores, com ênfase aos tempos complexos em que vivemos. É comum alguém dizer: "tiro o chapéu para o professor, eu não conseguiria exercer tal ofício".

Logo acima da carta da leitora, um pensamento estampado no devido espaço diário dedicado a máximas: "Só há um mundo e todos temos direito a ele", do filósofo camaronês Achille Mbembe.

Não precisa nem dizer da sincronia semântica entre os dois textos! Diante dos desafios cada vez maiores da vida social, fala-se nas rodas, da caixa de ressonância que é a escola, refletindo dolorosamente os efeitos de lares desarticulados e desatinos de uma sociedade massificada.

Aí, na mesma data, abro o suplemento Mais Cruzeiro e vejo com surpresa e orgulho a matéria assinada por Caroline Queiróz Tomaz (via programa de estágio), sobre a série "Stranger things". A aluna que tive há bem pouco tempo e que dizia ser seu grande objetivo estudar Jornalismo, ali estava presente em excelente e atrativo texto!

Jubilei. Eis o gosto maior que o professor pode ter: ver os jovens que passam pelos bancos escolares brilharem na realização de seus sonhos. Espero ainda ver muitos textos de Caroline Queiróz na grande seara do jornalismo. Vivas!
JORGE FACURY

DO FACEBOOK

São Bento recebe o São Paulo em estreia no Paulistão

Vou ter que fazer uma camisa metade São Bento e a outra metade São Paulo.
INGRID ALARCON

Espero que nesse Paulistão ninguém fale em empate quando o Bentão for jogar. Dá muito azar.
JOSÉ ALVES

No Paulista o objetivo é não cair. A grande meta para 2018 é subir para a Série A do Brasileiro.
RINALDO DE ASSIS

Sou são-paulino, mas nesse jogo sou São Bento.
EDMILSON GONZAGA