CARTAS
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Cultura




Na vida temos que ter sempre esperança e sonhos. A qualquer momento, pode acontecer de realizarmos o sonho e de chegar o que tivemos tanta esperança.

Foi exatamente o que aconteceu ao ler a reportagem do jornal Cruzeiro do Sul com o novo secretário de Cultura, para os amantes, quem gosta, participa e pratica cultura na cidade de Sorocaba.

Os talentos e grupos da cidade ficaram mesmo bem mais esperançosos a partir de agora. Já imaginamos quantos momentos culturais sairão do papel, indo para projetos realizados. Maravilha para o público frequentador das praças e logradouros públicos.

A alegria vai tomar conta desses locais. Música, dança, teatro, orquestras, conjuntos musicais terão como e onde se apresentar. Agenda Cultural será apresentada mês a mês com manifestações de literatura, folclore, gastronomia, etc.

Bom, o povo feliz, trocando comentários, aplausos, conhecendo os novos talentos. Vamos ficar na expectativa de que a iniciativa privada entre nessa com afinco dando o impulso para que isso de fato aconteça.

Vamos unir forças, vontade, porque talentos temos, e muitos. Falta só serem impulsionados, direcionados para o que tanto gostam de fazer. Difícil? Talvez. Muitos já tentaram? Acredito! Mas desta vez parece ser diferente. Então, vamos unir forças?

MARY DANTAS AGOSTINELLI

Políticos




 
Com permissão do sr. Jurandir Gaidukas, começo citando da carta do mesmo (publicada em 27 de dezembro): "chegou-se a um ponto em que o despudor atingiu níveis degradantes, que envergonhariam o mais desavergonhado dos mortais."
 
Roberto Carlos tem uma música chamada Jogo de damas. Se analisarmos minuciosamente a letra, veremos que o compositor espelhou a situação de uma mulher com um passado duvidoso, que de tudo fazia para se passar por séria e honesta.
 
Assim são os políticos, em sua maioria. No Brasil é um entra e sai de políticos em cargos eletivos, em busca de tirar vantagem para si próprio, esquecendo do povo.
 
JOSÉ MARIA ESTANISLAU
 
 
MASSACRE DE MANAUS
 
 
Em 2009, uma menina de quatro anos de idade foi estuprada e morta a facadas, em Manaus, por um homem. Pois bem. O criminoso foi preso e confessou o crime -- inclusive fora levantado que o mesmo já tinha passagem pela polícia por ter matado outras três pessoas nas mesmas condições e ainda ser acusado de roubo e tráfico de drogas.
 
Agora, como vem sendo fartamente noticiado, houve uma rebelião num presídio de Manaus, onde foram mortos 60 presos. Amarrando as pontas dos fios, vamos encontrar o que liga os dois fatos acima, qual seja: dentre os mortos, está o homem que fora preso em 2009 acusado de estuprar e matar a menina.
 
Alguns estão a dizer: "que bom!" Outros, "bem feito!" Outros, ainda: "Demorou!" E, confesso, de repente até eu. Porém, como neste País nem tudo sempre são flores, aqui também há esta situação.
 
Explico: terminada a rebelião e contados os mortos, seus corpos nem esfriaram ainda e o governo de Manaus (quebradão que está, a exemplo do resto do País) já correu informar que irá indenizar as famílias dos presos mortos.
 
Bem, talvez isto até não seja tão absurdo assim na exata proporção em que os presos, uma vez custodiados pelo Estado, deveriam ser protegidos por este. Falhando o Estado na proteção aos seus custodiados, a indenização se faz, de fato, devida.
 
O absurdo se assenta no fato de que o mesmo Estado que hoje se apressa em indenizar a famílias dos presos mortos, inclusive a do estuprador e assassinado da pequena menina, não fez isto com relação aos familiares desta.
 
No caso da menina, o Estado limitou-se a prender o assassino dela, que, aliás, já deveria estar preso pelo cometimento de seus outros crimes, o que, de repente, até evitaria que a criança fosse morta. Não estando, teve ele a possibilidade de matar a pequena menina.
 
Ora, por normas constitucional e legais, ela também não deveria ser protegida pelo Estado? Sua vida também não deveria ser resguarda? Também não falhou o Estado (responsável pela segurança e bem-estar de todos) na proteção à vida dela? Logo, a família dela, até com muito mais razão, não deveria ser também indenizada por este mesmo Estado?
 
Então, são coisas deste quilate que tanto nos indignam!
 
EZIO VESTINA JUNIOR
 
 

Faixa de pedestres




Venho por meio deste publicar sobre um absurdo existente entre a rua da Penha e a avenida Moreira César. Ali existe uma faixa de pedestres com rebaixamento de guia, que até onde entendo é para cadeirantes. Foi instalada uma grade onde nunca existiu. Onde os pedestres e cadeirantes devem atravessar ali agora? Dá para ver que a grade é nova e foi chumbada há poucos dias.

JOÃO RENATO

Resposta - A Urbes esclarece que os gradis instalados em vários pontos da cidade estão em locais onde há riscos de acidentes com pedestres e visam, justamente, orientar a prática da travessia segura.

No caso apontado pelo leitor, não há nenhum absurdo, pois a travessia deve ser realizada primeiramente em linha reta pela avenida e, depois, em direção ao canteiro central, em formato tipo "Z", onde há o devido rebaixamento da guia possibilitando ao cadeirante e aos demais pedestres prosseguir em seu trajeto com segurança.

Vale frisar que o pedestre é o elemento mais frágil de todos os que compõem a mobilidade urbana e deve preservar sua segurança atravessando nas faixas a ele destinadas.

URBES - TRÂNSITO E TRANSPORTES


IMOBILIÁRIA CANANÉA

Em virtude dos prejuízos a mim causados, vejo-me na obrigação de alertar aos credores e clientes da Imobiliária Cananéa que as casas que eles administravam, recebiam os alugueis e não os repassavam para mim.

Esta imobiliária atuava no Trujillo e fechou misteriosamente na calada da noite.

WANDERLEY FERNANDES

Resposta - Eu, Áurea Cananéa, sou corretora autônoma, estabeleci um escritório para trabalho na rua Virgílio de Mello Franco, 562, no Trujillo. Em decorrência da forte retração no mercado imobiliário, entreguei o imóvel supracitado e estou trabalhando em minha residência, na Vila Barão.

Informo também que não fiz a mudança à noite. Levei todas as coisas em carro particular, o que levou duas semanas para finalizar o trabalho, mas jamais fiz após as 18h, o que aliás é de conhecimento do sr. Wanderley, posto que era vizinho.

Convidei-o para que fosse ao novo endereço várias vezes. Por diversas vezes, já o chamei e coloquei-me à disposição para resolvermos.

ÁUREA CANANÉA